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domingo, 19 de julho de 2009

Caracterização

Rute

Jovem esbelta, triste, sozinha, deprimida.


Sou eu a Rute, nasci de uma pedra, no dia 7 de Julho, contudo tenho 18 anos.

O que primeiro surgiu foi a minha personalidade, a pedra que de deu origem é preta, lisa, pequena e com pequenas imperfeições. Daí que eu tenha os atributos que referi anteriormente.

Num dos dias de observação, ao ver uma grávida, pensei que também eu iria ser grávida. E a partir daí surgiu o meu filho Gabriel, que tem 8 meses.

Visto que estou quase sempre triste e deprimida, comecei a pensar porque estaria eu assim. Então surgiu a ideia que seria porque os meus pais morreram e o meu namorado, o pai do meu filho, me deixou.

Penso que o meu namorado me deixou porque eu andava muito “em baixo” por causa da morte dos meus pais, talvez eu não fosse a melhor namorada do mundo. Mas ele tinha de me apoiar! Não era abandonar! Não gosto de pensar nele, nem de me entristecer por isso. O que mais importa agora é o Gabriel, e eu não quero que o facto de não ter pai o afecte.

Gosto de ir ao cemitério visitar os meus pais, vou lá todos os dias.

O Gabriel é tudo para mim, passo imenso tempo a falar com ele…Faço imensas festas na barriga enquanto falo com ele, e ele responde dando pequenos pontapés.

Agora que estou grávida não posso trabalhar, consigo sobreviver porque os meus pais me deixaram a casa e algum dinheiro.

Como consegui acabar o 12º este ano, quando o Gabriel tiver um ano vou começar a trabalhar na recepção do hospital Júlio de Matos.

Também gosto muito de ir passear pelos jardins e ver flores.

Adoro andar de bicicleta, mas neste momento não posso por causa do Gabriel.

A minha música é “O Homem do Leme”, de Xutos & Pontapés, porque também eu estou sozinha na noite, apenas com o meu Gabriel.


Só adorei o exercicio final ao ar livre.

O rafa atinguiu o culminar na sua criaçao com este exercicio. Teve a oportunidade de conhecer e interagir com todas as personagens, velha, bebado, alentejano, as tias, pintora, o amigo diego, ela, a gravida, professor pardal, a freira, a nuno (e o joana), o velho com mania da perseguiçao, a adulta criança e até o professor pardal.

Diverti-me imenso, e acabei por ganhar ao meu irmao Daniel no combate dos Pokemons e tambem com as pessoas a achar que eu era mais giro que o meu irmao.

Agora que ja acabaram as aulas, devo dizer que adorei fazer esta opçao e que podemos tirar proveito dela.

BOAS FERIAS!

David "RAFA" Galveia

A Personagem Maria

Personagem
Nome – Maria Gomes de Sousa
Idade – 33 anos
Profissão – Designer
Naturalidade – Lisboa

Maria é uma pessoa complexa difícil de compreender. Acaba por ser um pouco solitária (como uma pantera negra), poucos são os que a compreende ou os que se dão ao trabalho de tal. Por se vestir de forma excêntrica (mesmo com uma certa elegância), adoptando uma cor escura, as pessoas acabam por tirar vários pré-conceitos, afastando-se dela (não é ela que se afasta das pessoas).
Uma artista, desenha a carvão, anda sempre com o bloco atrás, para desenhar. Costuma sentar-se em bancos de jardim ou em explanadas a desenhar as pessoas que a rodeiam nos seus hábitos diários. Algumas vezes serve-se desse exercício como inspiração para o seu trabalho. Ela tem a possibilidade de fazer o seu trabalho em casa ou noutro sítio fora do escritório da empresa. O seu trabalho é feito à base de projectos e ela só tem de os fazer não importa aonde.
Família normal, adolescência normal. O pai trabalhava numa empresa de telecomunicações e a mãe numa fábrica.
No secundário marcou um processo importante de viragem, apercebeu-se que tudo na sua vida tinha sido normal, demasiado normal, até o seu nome era normalíssimo. Teve, então, inicio um processo para contrariar essa normalidade, começou por ficar mais atenta e observar tudo à sua volta, no intuito de identificar os comportamentos que sobressaíssem nesses contextos.
Quando estava no último semestre do seu curso começou a fazer um estágio numa empresa de design, após terminar o curso acabou por ficar na mesma a trabalhar.
A Maria tem uma camada sobre si mesma que corresponde à sua estadia em Inglaterra em trabalho, já foi há algum tempo no início da sua carreira. Este período marcou-a bastante pelas diferenças da sociedade, nomeadamente no que diz respeito a pré-conceitos ainda associados à sua profissão, que ainda não é bem vista como tal em Portugal. Era bastante perceptível para ela, também, lá mantinha o seu hobby de observar as pessoas. Maria pensa então com alguma frequência no que seria voltar… essa saudade leva a tratar toda a gente por “Oh dear” como era costume em Inglaterra.

Descrição da minha personagem

Oi!!! Finalmente descobri como vir aqui escrever xD

Então aqui fica a descrição da minha personagem...

A minha personagem tomou o nome de Amélia Rebelo de Castro e tem actualmente cinquenta e nove anos de idade, tendo nascido em Braga a 09/02/1950.
Os seus pais eram pessoas da alta sociedade, sendo que a Amélia sempre viveu num mundo de riqueza, acompanhada por uma educação rígida. Foi uma criança que teve uma infância saudável, brincou, mas sempre com crianças do seu estatuto social, por ordem dos pais. A Amélia sempre respeitou as ordens impostas por estes, apesar de não ser de acordo com algumas regras; até ao dia em que, já com os seus dezassete anos, conhece o Rodrigo, um rapaz bastante pobre e humilde, pelo qual se apaixonou perdidamente. Com o Rodrigo, a Amélia descobriu imensas coisas, viveu um amor proibido, às escondidas dos seus pais; imaginaram o seu futuro juntos, fizeram juras de amor eterno…
Um dia, em 1969, uma amiga da mãe de Amélia viu o Rodrigo com esta e contou-lhe. A Dª Delminda (mãe de Amélia) ficou muito desiludida com a filha, e após uma longa conversa com o seu marido, decidiram “enviar” Amélia para Cascais, onde prosseguiria com os seus estudos em Arte e Literatura. Assim aconteceu, e Amélia viu-se obrigada a respeitar a decisão dos pais, visto que a aceitava apesar de não a compreender… Em Cascais termina então o curso de Arte e Literatura devido à sua paixão pela poesia, e de seguida faz também os cursos de estilismo e de gestão de empresas.
Em 1980 inicia o seu trabalho enquanto estilista, deixando a poesia como hobbie que assim permaneceu até aos dias de hoje.
Amélia é convidada a ir trabalhar em Inglaterra em 1982, onde fica a viver cinco anos, adquirindo uma enorme experiência e prestígio.
Em 1987 regressa ao seu país, instalando-se em Lisboa onde abre uma empresa em 1989.
Actualmente, Amélia é uma estilista bem conceituada, uma mulher madura, humilde, equilibrada e bastante determinada. Mantém uma postura direita, erguida, resultante da educação que teve; sempre teve bastantes cuidados com a sua alimentação, não aparenta a idade que tem. Veste-se de forma bastante elegante.
Transformou-se numa mulher forte quando recuperou do seu grande amor perdido, pois não quis nunca mais deixar de lutar por aquilo que deseja, pelos seus objectivos de vida… Não lutou por Rodrigo, arrepende-se disso de certa forma, mas sabe que se voltasse atrás faria tudo do mesmo modo, pois jamais desrespeitaria uma ordem dos seus pais que tanto amava. Os seus pais já faleceram, mas Amélia nunca voltou a procurar Rodrigo, pois sabe que iria contra a vontade dos mesmos… Revive o seu passado mas entende e aceita que passou. A personagem sobre quem escrevo, nunca chegou a casar nem a ter filhos, ama Rodrigo incondicionalmente…
Amélia tem um sotaque característico de Cascais; usa expressões como “Bom dia querido(a)!”; “Não é bonito, mas é profundo…” e “Sabe, nada é perfeito, mas é nesta imperfeição que é a vida, que encontramos tudo aquilo que vemos ou queremos ver como perfeito!”.
Por vezes, quando se recorda de Rodrigo canta um excerto de uma música: “E é, amar-te assim, perdidamente… E é seres alma e sangue. e vida em mim, e dizê-lo cantando, a toda a gente…”.



Beijinhusss***


-«-Inês-»-

sábado, 18 de julho de 2009

Da Pedra à Personagem Maria


Esta pedra foi uma das que reparei logo, no meio de tantas outras. A partir dai a primeira característica que deveria possuir seria exactamente essa ser perceptível no meio de uma multidão, ou seja, que tenho uma forma de estar extravagante. A pedra tem as extremidades bastante arredondadas e toda ela é quase como polida ao qual associei uma certa elegância. Logo tinha de balançar estas duas características a elegância e a extravagância.
A forma tanto se associa a um coração como a uma boina de um pintor francês, dai ter surgido uma artista tinha de ter alguma forma “romântica” e alguma ligação à boina.
A pedra tem uma espécie de camada delineada por umas linhas claras. Associei essa camada a algo mais profundo da personalidade da minha personagem, pois acaba por ser um pouco difícil perceber que ela tem essa camada. De uma das linhas que delimitam a tal camada nascem outras mais acentuadas que acabam por ser a interferência dessa parte mais profunda do seu ser no seu dia-a-dia.
A pedra toda em si é bastante macia/lisa e este facto impede-me de a tornar numa personagem “má”, que até faria um pouco de sentido visto que parecer um coração preto. Mas sendo assim tão lisa e macia tornou-se uma personagem que acaba por ter alguma compaixão pelas pessoas mesmo por detrás de toda a aquela excentricidade.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ai ai Dona Claudete...



Quem a viu e... quem a viu [hoje].
Tomou posse da minha vida e encheu a sua personagem com o que de mim restava. Com a minha energia (a pouca que restava destas aulas =P ), com o meu sopro de personalidade moldado à medida de uma pequena pedra...

Pedra feiinha, coitadinha... e eu que via as outras personagens à procura de pedras bonitinhas. Quando a escolhi comecei a pensar "Por que é que não procurei melhor? Havia tantas mais bonitas!". Mas eu sabia por que queria esta. Era uma pedra "vivida", ou melhor, sofrida. E assim tinha que ser -- Dona Claudete.
Aiii... mas quem diria que teve o passado que teve? E que viveria este dia com as outras personagens? Parecia que o dia nunca mais chegava... Mas chegou, e a D. Claudete foi uma velhinha muito mimosinha, a dar conselhos e a purificar aquelas almas desviadas. Tanta dor nesse corpo e nesse espírito, mas tanta alegria de viver entre os outros. O alentejaninho Jacinto -- gostaste dele sua marota. Então e o jovem que não largava o whisky? Esse era um problemático, mas mesmo assim não desistiu de endireitá-lo. Também sei que tentou adoptar um netinho (o Filho + Raiz quadrada de Filho ao Quadrado= 2 x filho = neto) e ainda infernizou a vida das duas pirosas empinadas.

Foi um dia em cheio a terminar com o Professor Pardal a recitar aquele poema, do qual nada percebeu. No entanto, pôde ser uma velha normal a passar pelos estranhos do mundo lá fora ...."Gente estranha esta", pensava a senhora.

Valeu a pena saltar cá para fora... vou ter saudades suas Dona Claudete. E bem podemos agradecer a quem nos viu crescer! :)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Diego

Boa tarde

É aqui que venho oficialmente apresentar o Diego...:) amanhã justificarei as novidades com as associações que fiz à minha esmeralda ;P

Enfim...aqui vai o que interessa...


Diego – 9 Anos

Historia: Nasceu a 16 de Setembro de 1999 em Lisboa.

Filho único de Pai e Mãe de classe social média, sempre teve as condições mínimas para que crescesse saudável. Introvertido mas com uma mente incomum sempre foi uma criança inteligente e com uma curiosidade fora do normal, sempre atento ao que se passava a sua volta.

A 6 de Fevereiro de 2007 sofreu um acidente de automóvel em que, para além de perder a mãe, a perna esquerda sofreu uma fractura exposta com perda de tecido ósseo e isso resultou numa diferença de tamanho dos membros inferiores, ainda que se a recuperação tenha sido conseguida e o crescimento retomado. A diferença inicial fora de 7 centímetros mas ao fim de dois anos o tratamento já resulto numa diminuição de 2 centímetros sendo a diferença actual de 5. A dificuldade em correr e movimentar-se como os colegas da escola constitui um obstáculo a sua integração com os colegas e por vezes é algo excluído porque com as dores do tratamento e com a dificuldade em movimentar-se não pratica actividades como futebol, escondidas, apanhada etc…

Com a perda da mãe e com a dificuldade em ter amigos criou um laço forte com um companheiro inseparável, o Léo, um peluche de um tigre. O Léo é um peluche que a mãe ofereceu quando ele tinha 4 anos e após o acidente o peluche foi sempre a sua lembrança e a sua protecção.

O Pai sempre se esforçou para cuidar mas desde a morte da mulher entregou-se ao álcool e actualmente é um alcoólico que procura recuperação.

O Diego vive com uma tia materna que o trata como o filho que nunca teve. Reservado mas com uma esperança enorme sonha um dia ser igual a qualquer outra criança e poder fazer as brincadeiras e ter amigos. Sempre com um sorriso e mantendo a espírito curioso muda completamente quando não esta perto do léo. A ausência do peluche provoca um medo do desconhecido e uma insegurança que inibe o Diego de ser uma criança totalmente sociável.


Este é a minha personagem...falta-me trabalhar a representação porque isto para mim é muito complicado :P

Terei que treinar a voz e como irei apresentar-me em termos de imagem...:P queria que me ajudassem neste aspecto...:P

Peço também desculpa pela minha ausência no dia de hoje, mas teve que ser...e acho que foi benéfico para o Diego ;)

Até amanha, Tiago

Desenhar a personagem

Fazer uma linha, um ponto, um risco, um traço, um espaço vazio. Preenchê-lo com uma ideia de cor. As experiências que temos vindo a realizar correspondem a diferentes operações de natureza cognitiva, emocional e sensorial. Umas são mais abstractas, outras mais concretas. Pintar a silhueta da personagem é um dos momentos que, a par da pedra e do personagem final, têm uma mais forte existência material.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Té na rua brinquedo

Boa tarde. Tenho o prazer de apresentar a pessoa maravilhosa que sou. O meu nome é Teresa, Té para os amigos.
Hoje fui dar um passeio pela rua Brinquedo e encontrei... sabem lá o que encontrei, tenho mesmo de vos contar para que tenham cuidado:
  • a minha amiga Amélia, linda como sempre, a empregada dela é que é de uma falta de nível, nem se sabe vestir coitada, precisa urgentemente de uma consultora de imagem;
  • um maluco (o homem é mesmo louco!) que está sempre a dizer que eles vêm atrás dele e que há bombas em todo o lado, este homem precisa mesmo de ajuda. E depois ainda assusta as pessoas lá com aquelas conversas de terrorismo. Já viram? O que é que os turistas vão pensar?;
  • uma prostituta, que horror, gente tão reles a passar numa rua tão bonita... e ainda por cima ia se oferecendo aos homens que passavam em plena luz do dia. UM HORROR;
  • uma rapariguita, que ainda deve ter uns 16 anos, e grávida, cá para mim deve ser colega lá da outra. Isto agora escolhem sempre o caminho mais fácil, trabalhar não é com elas...;
  • um bêbedo porco e mal-educado que nem fala português correctamente, é um atentado a uma língua tão bonita;
  • e um alentejano acabadinho de sair de trás da moita ainda lá com aquelas roupas que só os labregos é que usam e a falar de uma forma esquisitíssima... devia ter vergonha de sair à rua assim vestido...

Bom, como vêem este mundo está perdido, já não se pode sair à rua com tranquilidade nem para fazer compras...

Ahh, já vos disse que estou a fazer uma crítica a um romance de Lesley Pearse? Já não há romances bem escritos hoje em dia, quero dar o meu contributo para que isto mude.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ela- Alucinada por voar

Olá a todas as personagens!

Acho que pode ser interessante começarmos a utilizar o blogue para trocarmos ideias e relembrarmos o que fizemos. Nada melhor que dar o primeiro passo!

Hoje, durante a aula, começámos por "acordar" e recordar cada um dos personagens. Foi importante e é importante fazê-lo todos os dias mas, sinceramente, fiquei com algum receio. Penso que todos conhecem a Ela - aquela personagem que quer voar. Alguém me quer dar uma ideia para o passado dela? Todas são bem-vindas!

Desde já quero desejar um óptimo dia a todos e óptima reprodução de Personagens!

Beijinhos e Abraços,
Ana e Ela

Rute

Rute é o meu nome, e surgi de uma pedra.
Uma pedra preta, lisa, em forma de coração, pétala de flor, assento de uma bicicleta.
Por isso sou uma pessoa triste, que já teve muitas perdas na vida (pais e namorado). Sou bastante jovem (18 anos). Gosto de flores, e de andar de bicicleta. E tenho uma alegria na minha vida, o meu filho Gabriel, que ainda não nasceu. Deve faltar +- um mês para nascer.
Como estou sozinha no mundo com o meu filho, estou a passar por algumas dificuldades, o que me vale é a casa que os meus pais me deixaram.
Estou quase sempre triste e pensativa, contudo por vezes tenho momentos de alegria quando me ponho a falar com o meu filho. Sim porque os bebés também nos compreendem, mesmo quando estão na barriga da mãe.
São benvindas ideias para a minha construção,
cumprimentos
Rute

sábado, 11 de julho de 2009

Primeiro quero pedir desculpa não só ao professor mas ao grupo, por ter faltado na quinta, porque todos somos peças importantes (que falta de humildade) deste processo que é a criação de uma personagem. E faltei porque o Sr. Raimundo (sim, a minha personagem ja tem nome e sim, eu sei que é feio), não conseguiu dormir por ter pesadelos constantes, com uma atrocidade que cometeu no seu passado e que se culpa todos os dias por isso.
Acho que é uma boa razão na medida em que eu também não conseguí dormir nada por causa de um trabalho, que o Sr. Raimundo não ajudou nem um pouco , e adormeci, tendo acordado às 3 da tarde. Mas pode-se dizer que fui à aula, porque sonhei ou tive também eu, um pesadelo com as auto-mutilações da nossa ovelha, João e com o facto de QUASE ter dito que 77 era o dobro de 7.
Apesar de não ter ido à aula, dei e dou por mim, a aproveitar muitos momentos e observações que faço ao longo do dia para a enriquecer ainda mais a minha personagem , e penso que tenha sido isso que também nos foi incutido nas belas aulas dadas pelo professor Joaquim(não é para dar gracha mas espero que tenha dado resultado).
Brinquem muito!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Avenida da Igreja

Sentadas num banco de rua, três raparigas conversam entre si e ninguém desconfia que são "intrusas" do seu meio natural, que estão ali para os observar, para estudar os seus comportamentos. Olhamos as pessoas que passam e tentamos imaginar o que estão a pensar, para onde se dirigem. Ao mesmo tempo, vamos reparando na sua forma de andar, de olhar, de comunicar com os outros... e ninguém se apercebe que está a ser observado tão profundamente.

Nesta hora passada na rua, encontrei pessoas muito diferentes: alguém que passava com pressa e mal reparava nos outros à sua volta; alguém que passeava calmamente por ali e ia vendo as montras ou reconhecendo alguém na rua e parava para o cumprimentar; alguém que andava muito direito em oposição àquele que andava muito curvado; reconheci mais confiança no andar de uns e mais receio no andar de outros, que tinham muita atenção ao sítio onde colocavam os pés. Havia quem levasse um sorriso no rosto sem razão aparente e havia quem parecesse estar de mau-humor.

No meio de tanta diferença reconhece-se a riqueza daquela avenida, o local ideal para estudar comportamentos humanos e para encontrar elementos das nossas personagens.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Boa-noite, Personagem Brinquedo!

Venho apenas dar o pontapé de saída nesta ideia de aproveitar o blogue para criar um espaço de reflexão sobre o percurso que vamos desenvolver na disciplina. Hoje houve uma novidade, a proposta de irmos até lá fora cuscarmos nos outros a sua infância. Gosto quando uma disciplina que já existe há tanto tempo - acho que para além de fumar nunca fiz nada durante tanto tempo! - se vai renovando, com novas ideias. Ouvir as histórias do sr. António, digo, do menino António, do João, da Clarice Vasconcelos, salvou-me, e logo pela manhã, o dia.